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Nossa Senhora de Guadalupe

Nossa Senhora de Guadalupe

 

Em 1531, a Virgem Maria apareceu ao índio Juan Diego, recém cristianizado, no México. Mas quando Juan Diego falara da aparição ao Bispo local, este não acreditara. Dias depois, enquanto aquele homem simples abria seu manto para entregar ao Bispo as belas rosas que ele havia colhido nas montanhas em pleno inverno, como prova de que ele havia visto a Virgem Maria, miraculosamente, todos puderam ver em sua tilma uma belíssima imagem da Virgem, de pele morena, vestindo um manto azul, cheio de estrelas, pisando sobre o sol e a lua; uma imagem feita com pigmentos e técnica de estamparia até hoje desconhecidos, e que ainda encontra-se em perfeito estado de conservação, na Catedral de Nossa Senhora de Guadalupe, na Cidade do México.


Séculos depois da aparição, por meio de técnicas de digitalização e ampliação de imagens, cientistas descobriram que naquela figura, inexplicavelmente gravada no manto do índio, precisamente nas pupilas dos olhos da Virgem, havia uma cena: o momento em que Juan Diego entregara as rosas ao Bispo. Para nós, pessoas de fé, isso tem um significado muito claro: assim como a Virgem Maria ESTAVA PRESENTE no momento em que Juan Diego dava seu testemunho sobre a aparição, ela está sempre ao nosso lado, quando recorremos a ela, especialmente nos momentos mais difíceis, e de maior sofrimento.


Para nós, pró-vidas, aquela imagem tem ainda outros sinais importantes: a fita prêta que a Virgem usava em torno do abdômen era para as índias astecas uma indicação de gravidez, o que lhes fez compreender que naquela aparição a Virgem estava grávida do Menino Jesus. Aquele sinal foi um veemente apelo da Virgem Maria a todo o povo asteca em pleno século XVI: parem de sacrificar seus próprios filhos aos seus deuses, o sol e a lua!


Assim, peçamos a Nossa Senhora de Guadalupe que ela esteja sempre bem junto de nós, nos animando e reanimando na luta em defesa da vida, que ela salve a vida de todos os bebês em perigo de aborto, em todo o mundo, nos dias de hoje, e que ela livre o Brasil da maldição do aborto!

 





voltar à página - Quem somos

Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.