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Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Notícias

Semana Nacional da Vida

A Semana Nacional da Vida ocorre entre 1 a 8 de outubro. Bendito o seio que nos trouxe. Bendito o dia que nascemos. O primeiro útero que nos abrigou foi o coração de Deus. Ele nos quis, nos desejou desde sempre. Somos um desejo de Deus que se fez carne. Nossos pais são concriadores de Deus. Ele é amigo da vida (Sab. 11,26).

A vida é a prioridade das prioridades. A opção pela vida e pelos caminhos da vida, nos torna promotores da cultura da vida e profetas defensores da vida desde a fecundação até o seu fim natural. Longe de nós, aborto, eutanásia, violência, depredação do meio ambiente e cultura da morte.

O reino de Deus, é o reino da vida. O Evangelho de Jesus de Nazaré, é o Evangelho da Vida e a missão cristã é estar a serviço da vida. Jesus Cristo faz a vida ser bela, grande, livre e eterna. Bento XVI define a vida como o “capital mais precioso da humanidade”.

Há muitos inimigos da vida, como por exemplo, a mentalidade abortista e anti-natalista, a fome, o suicídio, o alcoolismo, as drogas, as epidemias, o cigarro, o stress, a pobreza. Quem suprime a vida perde o sentido do bem, e a sensibilidade pessoal e social. Há situações em que podemos ver uma “conjura contra a vida” (João Paulo II).

A Semana Nacional da Vida é um convite, um grito, uma proposta em favor das gestantes, da adoção de crianças e adultos, da doação de sangue e de órgãos. Os mandamentos do motorista querem defender a vida no trânsito. “Escolhe pois a vida” (Dt 30,19). Proclamamos a necessidade da “ecologia humana”. Não podemos defender e cuidar de ovos de tartaruga, dedicar amor aos animais, e destruir embriões humanos. Tanto a defesa do meio ambiente como a defesa da vida no útero materno, exigem uma revisão do estilo de vida que levamos e uma mudança de mentalidade.

Nossa gratidão e reconhecimento a todos os “anjos da vida”, médicos, enfermeiros, agentes de saúde, bombeiros, socorristas, parteiras, cuidadores da vida. Todos eles proclamam que a vida é um prodígio, uma maravilha, uma tarefa e uma missão. A vida é sagrada e única. O direito à vida fundamenta todos os outros direitos. Cientistas, pesquisadores, juristas, políticos, religiosos têm a obrigação de proteger, promover e salvar a vida. O fundamento da convivência humana e da própria comunidade internacional está no respeito ao direito de viver. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente.

A família é o ninho da vida. É o berço que acolhe, cuida, gera, promove, defende e acompanha a vida. É alarmante a derrocada moral hodierna e os atentados contra a vida nas suas fases mais frágeis: a da criança e a do idoso. A pessoa vivente é a glória de Deus. Portanto, a vida é um tesouro precioso e um talento a desenvolver. “Ao homem pedirei contas da vida do homem” (Gn 9,5).

Quanto assombro, gratidão e alegria somos convocados a expressar diante do mistério da vida. Os cristãos e as pessoas de boa vontade são o “povo da vida e pela vida”. A fé na ressurreição abre portas e horizontes para a continuidade da vida. O sentido da vida está no amor de Deus,fonte da vida, que cria, recria e conduz nossa vida e na esperança da vida eterna, o céu. Eternidade é vida feliz, vida plena, sentido pleno, alegria plena. No céu somos esperados. A ressurreição e a vida eterna são a vitória, o coroamento da vida, o encontro face a face, com Deus, Aquele que não morre. No céu, veremos, louvaremos, amaremos e viveremos. Fomos criados para participar da vida de Deus. A visão de Deus é a vida e a glória do homem. Sem a fé, resta-nos o absurdo, o vazio, a desilusão. É ainda a fé, que nos livra de considerar a vida como mero acaso ou necessidade. O ser humano não é um átomo perdido no universo, mas, filho de Deus, amado desde sempre e para sempre: “Vosso amor Senhor, vale mais que a vida” (Sal 62,4). Quem ama diz; “quero que tu vivas”. Quem ama cuida. Deus em seu amor cuida de nós. Cuidemos da nossa vida e a dos nossos irmãos.


Fonte: http://www.cnbb.org.br/ns/modules/articles/article.php?id=973

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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.