Para adquirir nossos folhetos e demais materiais para palestras







Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Notícias

Conselho da Europa opõe-se à eutanásia

O bispo Elio Sgreccia, presidente da Academia Pontifícia para a Vida, manifestou sua satisfação ante a rejeição por parte dos parlamentos do Conselho da Europa de uma resolução sobre o acompanhamento dos enfermos ao final da vida.

Após um longo debate, em 27 de abril, a Assembléia parlamentar do Conselho da Europa rejeitou a proposta com 138 votos contrários, 26 a favor e 5 abstenções.

A resolução, que já havia sido retirada da ordem do dia da Assembléia em setembro de 2003 e em janeiro de 2004, havia sido proposta pelo parlamentar liberal suíço Dick Marty.

«Foi um sinal positivo --explicou o bispo Sgreccia aos microfones de «Rádio Vaticano»--. Quer dizer que na Europa ainda há forças que respeitam e querem o respeito da vida do enfermo grave, da vida em seu estado final».

E adverte: «Há que se esperar que a pressão a favor de eutanásia volte ao ataque com outras propostas análogas, dado que, na Europa, alguns países aprovaram a eutanásia».

«Penso que, neste momento, a tarefa dos católicos, dos crentes e de todos os que querem o respeito da vida humana em seu pleno sentido consiste em declarar, em nível doutrinal, que ninguém é dono da própria vida, que ninguém está autorizado para suprimir nem a própria vida nem a dos demais», considera Sgreccia.

«Em nível prático --acrescenta--, é necessário pôr todo o amor e atenção ao alívio da dor, das terapias paliativas, do desenvolvimento de um sistema que respeite o paciente, o moribundo, com os tratamentos a atenções devidas a todo ser vivo».

O Conselho da Europa, organização política mais antiga (1949) do continente, engloba 46 países, entre os quais 21 estados da Europa central e oriental.

Admitiu a candidatura da Bielorússia e concedeu o estatuto de observador a outros cinco estados (Santa Sé, Estados Unidos, Canadá, Japão e México).

É diferente da União Européia dos vinte e cinco países, ainda que nenhum país aderiu à União sem pertencer antes ao Conselho da Europa. Tem sua sede em Estrasburgo (França).

Fonte: ZENIT, 29/04/2005



        voltar à página Notícias

Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.