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Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Notícias

Milhares de pessoas clamam pela vida em São Paulo

Em 29/03/2008, durante toda a manhã, milhares de pessoas cercavam o palanque localizado na Praça da Sé, na cidade de São Paulo, de onde representantes de várias religiões e organizações não-governamentais (ONGs) que atuam em defesa da vida convidavam a todos para mobilizarem-se contra as recorrentes tentativas de legalização do abortamento provocado e também contra a liberação das pesquisas com células-tronco embrionárias humanas em nosso país. O evento foi organizado pelo Comitê Estadual do Movimento Nacional em Defesa da Vida - Brasil sem aborto - e por outros grupos pró-vida. Predominavam os jovens, muitos dos quais seguravam faixas que expressavam repúdio à pratica do abortamento provocado. Em algumas delas podia-se ler: VIDA SIM, ABORTO NÃO; O ABORTO MATA; DEPUTADOS, VOTEM CONTRA O PL 1135/91. Havia também faixas com frases que desaprovavam as pesquisas com células-tronco embrionárias humanas: EMBRIÕES TÊM DIREITO À VIDA e PAREM DE MATAR OS EMBRIÕES! Oxalá essa "onda" de gente protestando pela defesa da vida nas praças se espalhe por todo o país!



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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.