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Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Notícias

Marcha pela Vida na França, nos Estados Unidos e em Portugal

Durante o mês de janeiro de 2007, o mundo assistiu três marchas contra o aborto: na França, nos Estados Unidos, e em Portugal.

Em Paris, cerca de 15 mil manifestantes fizeram cinco minutos de silêncio "em homenagem às crianças que não têm a oportunidade de continuar a viver", e levavam cartazes com frases como: "Pelo respeito à vida", "Salvemos os bebês por nascer", "Não matem os bebês", e "Sem crianças não há reformas". O evento foi organizado pelo grupo "30 anos: chega!", criado em 2004, quando a lei que autoriza o aborto na França completava 30 anos. O grupo luta pela anulação da lei, que tem permitido a realização de cerca de 220 mil abortos por ano naquele país.

Nos Estados Unidos, como fazem há 34 anos, desde que o aborto foi legalizado naquele país, milhares de ativistas pró-vida percorreram ruas em Washington, protestando contra a legalização do aborto, que extermina cerca de um milhão e meio de bebês anualmente. Como fazem todos os anos, os manifestantes passaram em frente ao Capitólio e também em frente ao prédio da Suprema Corte, que legalizou o aborto em 22 de janeiro de 1973. Participou da Marcha o senador Sam Brownback, republicano, que recentemente anunciou sua candidatura à Presidência.

Finalmente, em 28/10/2007, milhares de manifestantes contrários ao aborto foram às ruas de Lisboa pedir aos portugueses que respondam não à pergunta que se fará no referendo de 11/02/2007, sobre a descriminalização do aborto até a 10a semana de gestação. Segundo os organizadores, cerca de 15 mil pessoas participaram da marcha. Espera-se que a pouca participação no referendo realizado em 1998 e que foi uma vitória pela defesa da vida se repita este ano.



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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.