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Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Notícias

São Paulo: 3º Ato Público em Defesa da Vida e Contra o Aborto


Religiosos, cientistas, médicos e políticos falam para uma multidão na Praça da Sé.

Em 28/03/2009, cerca de cinco mil pessoas lotaram a Praça da Sé, na cidade de São Paulo, para expressarem sua posição em defesa da vida e para manifestarem-se contra todo tipo de abortamento provocado e outros ataques à vida humana, como a eutanásia e as pesquisas com células-tronco embrionárias.

O evento foi organizado pelo Movimento Nacional Brasil sem Aborto e controu com a adesão de vários grupos religiosos, de vários credos, médicos, juristas, e políticos, como a ex-senadora Heloísa Helena e o deputado Talmir Rodrigues (PV-SP). Este último é o coordenador nacional da Frente Parlamentar contra a Legalização do Aborto. Ele, que é médico, afirmou que mesmo em casos de estupro e quando a vida da criança e da mãe correm risco, o aborto deve ser considerado crime. Também esteve presente o Padre Marcelo Rossi.

Disse o arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer: “Não podemos dar ao Estado o direito de tirar de maneira legal a vida de indefesos. Isso é uma questão de cidadania; não é uma questão de religião”.

Naquela mesma manhã, o Movimento Nacional da Cidadania pela Vida realizou eventos contra o aborto em várias outras capitais brasileiras.



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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.