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Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Notícias

Rio+20: Vitória da Defesa da Vida


Felizmente, o documento final da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável não fez menção aos "direitos reprodutivos" ou "saúde reprodutiva", que são expressões enganosas para o direito ao abortamento provocado. Enfim, prevaleceu o bom senso de não se confundir desenvolvimento sustentável com controle da natalidade e de não se confundir direitos lícitos por parte das mulheres com o chamado "direito de escolha", outro eufemismo, que inclui o direito ao aborto. Isto por influência das delegações do Vaticano, Chile, Costa Rica, Honduras, República Dominicana, Nicarágua, Malta, Polônia, e outras.

Na verdade, desenvolvimento e sustentabilidade não têm nada a ver com legalização do aborto ou qualquer outro atentado à vida e à dignidade do ser humano, muito pelo contrário! Quanto mais um país protege as pessoas, em especial as mais frágeis, como os bebês no ventre materno, os portadores de necessidades especiais, aqueles que não têm o que comer, os socialmente excluídos, os abandonados, os doentes terminais, tanto mais ele pode ser considerado realmente desenvolvido.

Se poderíamos esperar mais do documento conclusivo da Rio+20 em termos da definição de metas, prazos e responsáveis pelo financiamento das ações de proteção ao meio ambiente bem como, e principalmente, em termos de medidas para diminuir a desigualdade social em tantos países do mundo, particularmente em nosso próprio, ao menos não se defendeu o extermínio dos próprios seres humanos ainda em desenvolvimento, um grande avanço.


        
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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.