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Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Notícias

Lançamento da CF 2008 no Rio de Janeiro

Em 26/01/2008, o Cardeal Eusébio Scheid, Dom Antonio Augusto Dias Duarte e o padre Manangão, responsável pelo Vicariato da Caridade Social lançaram a Campanha da Fraternidade 2008 na Arquidiocese do Rio de Janeiro.

Dom Eusébio destacou que temos uma “vida humana acrescida de uma vida sobrenatural”, por isso precisamos cuidar e proteger a vida. Lembrou a todos que receber um filho é receber uma criatura que Deus criou à Sua própria imagem e semelhança e que “o útero de uma mulher gestante é um sacrário onde está um filho ou uma filha de Deus”.

Dom Antonio Augusto, por sua vez, nos recordou de que a Campanha da Fraternidade é antes de tudo uma oportunidade para nos querermos bem uns aos outros. Mas advertiu que isso não é suficiente, ou seja, que precisamos nos esforçar diariamente para combatermos nosso individualismo e nossa indiferença diante do sofrimento do outro. E destacou: “Precisamos morrer para nós mesmos para que então possamos socorrer o outro, porque a vida é sagrada”. Nos alertou, ainda, que o primeiro atentado contra o ser humano não foi contra a vida, mas contra a consciência, quando o homem caiu na tentação de querer ser como Deus para poder decidir sobre a vida e a morte”, e hoje tolera o aborto, a eutanásia, e as pesquisas com células-tronco embrionárias, crimes que bradam aos Céus!

A Campanha da Fraternidade deste ano tem o tema Fraternidade e Defesa da Vida e o lema Escolhe, pois, a Vida (Deuteronômio 30,19). O objetivo geral da CF é levar a Igreja e a sociedade a defender e a promover a vida humana, desde a sua concepção até a sua morte natural, compreendida como dom de Deus e co-responsabilidade de todos, na busca de sua plenificação, a partir da beleza e do sentido da vida em todas as circunstâncias, e do compromisso ético do amor fraterno.

O Concílio Vaticano II já condenava como infame “tudo quanto se opõe à vida, toda a espécie de homicídio, genocídio, aborto, eutanásia e suicídio voluntário, tudo o que viola a integridade da pessoa humana, tudo quanto ofende a dignidade da pessoa humana, e também as condições degradantes de trabalho. Em 1995, na encíclica Evangelium vitae, João Paulo II constatou que as ameaças à vida pareciam estar aumentando. Com o avanço da mentalidade individualista e utilitarista, e com o desenvolvimento da ciência e da técnica, crimes como o aborto e a eutanásia não apenas continuavam sendo praticados, como também estavam deixando de ser considerados ilícitos, e vinham sendo até mesmo amparados pelo Estado!

Nesse sentido, a Campanha da Fraternidade 2008 nos convida a celebrarmos a nossa dignidade pessoal e a lutarmos pelo reconhecimento e respeito pela dignidade do outro, especialmente dos ainda não-nascidos, dos doentes, dos idosos, dos miseráveis, dos famintos, dos analfabetos, dos marginalizados e dos excluídos em geral. Leia mais.



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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.