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Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Notícias

Associação Nacional Mulheres pela Vida faz Manifesto em Defesa da Vida

Nós, mulheres brasileiras, manifestamos nosso profundo pesar pelos atentados contra a vida humana que têm sido praticados recentemente por parte dos Poderes Públicos.

Lamentamos o desejo obsessivo do governo federal de liberar o aborto por meio da formação de uma comissão Tripartite para cuja composição a Associação Nacional Mulheres pela Vida não foi convidada.

Deploramos que os membros de tal Comissão, cuidadosamente escolhidos entre os abortistas, falem em nome de nós, mulheres, como se fosse digno de nossa vocação à maternidade pleitear o direito de matar os próprios filhos. Lastimamos o emprego de financiamento externo como meio de instrumentalização da população feminina para fins de controle demográfico.

Repudiamos o aborto em todos os casos, inclusive naqueles em que nossa legislação penal deixa de aplicar pena ao crime. Não admitimos a morte deliberada e direta de um inocente, sequer para salvar outro inocente. Rejeitamos a aplicação da pena de morte às crianças concebidas em um estupro. Abominamos a rejeição de crianças deficientes, em especial as anencéfalas, como se fossem simples mercadorias defeituosas e descartáveis.

Horrorizamo-nos ao constatar que a prática do aborto esteja sendo subvencionada justamente pelo Ministério da Saúde, que não tem o direito e muito menos o dever de matar crianças, mas de zelar pela sua vida e saúde.

Envergonhamo-nos com a atuação da secretária Nilcéia Freire, cujo empenho incessante pela liberação do aborto é diametralmente oposto ao que nós, mulheres, desejamos, em nossa missão sublime de transmitir e conservar a vida.

Repugnamos a permissão de se destruir embriões humanos pela Lei de Biossegurança, lamentavelmente sancionada pelo Presidente da República.

Não aceitamos o argumento de que é preciso liberar o aborto a fim de que ele seja feito “com segurança”, pelo mesmo motivo pelo qual não aceitamos a legalização do furto, do seqüestro e do estupro, a pretexto de que tais crimes precisam ser realizados “com segurança”. Não nos impressionam as estatísticas, quase sempre superdimensionadas, de mortes maternas relacionadas ao aborto “inseguro”. Entendemos que para evitar tais mortes é suficiente evitar o aborto.  

Tampouco acolhemos o argumento de que é dever do Estado propiciar a prática do aborto nos casos em que ele já é “legal”. Não apenas porque não há caso algum de aborto “legal” no Brasil, mas também porque, ainda que houvesse, jamais poderia o Estado estimular a prática do genocídio, escravidão, violência contra a mulher, ou qualquer outra atrocidade, a pretexto de estar “cumprindo a lei”.

Assim, reivindicamos que seja revogada a Portaria 1508, de 1º de setembro de 2005, pela qual o Ministro da Saúde Saraiva Felipe, reeditando ato de seu antecessor, oficializou a prática do aborto pelo SUS, com o dinheiro do nosso imposto, ao mesmo tempo em que facilitou ao máximo o procedimento de falsificação de estupros como pretexto para se abortar.

Conclamamos as mulheres brasileiras para que neguem seu voto àqueles e àquelas que, em nosso nome, vêm atuando contra a vida humana.

Associação Nacional Mulheres pela Vida - Rio de Janeiro (RJ)
E-mail: somosmulherespelavida@yahoo.com.br 



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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.