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Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Notícias

Comissão Arquidiocesana de Promoção e Defesa da Vida 25/03/2009: Comemoração do Dia do Bebê por Nascer

Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância.” (João, 10, 10)

Em 25/03/2009, às 11h, na Igreja da Candelária, o Emmo. Revmo. Dom Eusébio Oscar Scheid presidirá a Santa Missa em Ação de Graças pelo Dia Municipal do Nascituro.

Esta data municipal põe em destaque a vida, dom de Deus, desde a sua concepção. A conscientização de todos a respeito do valor inviolável da vida do Nascituro tem também a garantia da nossa Constituição Federal, artigo 1º, inciso III, ao colocar o fundamento do Estado democrático na dignidade da pessoa humana.

Convido todos os nossos padres, religiosas, responsáveis de Institutos, líderes de pastorais e ao povo de Deus a comparecerem nesta Celebração Litúrgica a fim de manifestar nossa fé e a conscientizarem-se a respeito da Doutrina Católica sobre a origem da vida.

Peço aos senhores párocos que divulguem em suas missas dominicais este evento, principalmente para que seus paroquianos que trabalham no centro da cidade saibam e possam comparecer neste momento de oração e testemunho. Informo ainda que ao final da missa haverá um ato público, nas escadarias da Igreja da Candelária, de conscientização do valor desse dia de quem é o Nascituro.

Agradeço a vossa estimada colaboração e espero vivamente sua presença nesta Celebração Litúrgica. Com minhas cordiais saudações e minha bênção episcopal.

Dom Antônio Augusto Dias Duarte, Bispo Auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro

Eu vos asseguro que se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, não entrareis no Reino dos Céus” (Mateus 5, 20)



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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.