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Presidente Obama diminue restrições à prática do aborto e autoriza experimentos com CTE humanas


Em 23/01/2009, três dias depois de tomar posse, o novo presidente dos Estados Unidos, o democrata Barack Obama, suspendeu as restrições ao financiamento de grupos que prestam serviços ou aconselhamento para a realização de abortos no exterior, revertendo a política de seu antecessor, o ex-presidente republicano George Bush.

A medida restritiva, que havia sido inicialmente implementada pelo ex-presidente republicano Ronald Reagan, foi suspendida pelo seu sucessor, o ex-presidente Bill Clinton, democrata, e então retomada pelo ex-presidente George Bush.

Assim, em 36 anos de legalização do aborto nos Estados Unidos, apesar de toda a constante mobilização de dezenas de grupos defensores da vida espalhados por todo o país para que a prática do aborto seja cada vez mais restritiva e volte, enfim, a ser novamente considerada ilegal, a questão vem sendo decidida politicamente, pela alternância no poder, entre republicanos e democratas.

Mas isso não é tudo: o recém-empossado presidente do país mais poderoso do mundo tomou outra decisão que também contraria o princípio científico de que a vida humana começa no momento da concepção, ou seja, com a formação da primeira célula, o zigoto. Ele autorizou o primeiro experimento em seres humanos com células-tronco embrionárias humanas.

Coincidência ou não, praticamente ao mesmo tempo, no Brasil, uma revista semanal de grande circulação em todo o país publicou matéria de capa sobre o abortamento provocado, afirmando que o aborto continua sendo um risco para a saúde de quase um milhão de brasileiras a cada ano. Pena que a equipe de reportagem não tenha entrevistado nenhum médico que afirmasse que a "pílula do dia seguinte" é abortiva e que seu uso absolutamente não diminui o número de abortos, mas mata os bebês da mesma forma que os abortos cirúrgicos, porém quimicamente! Pena que não tenha dado a palavra a nenhum médico que dissesse que para zerar o risco de morte de mulheres em conseqüência de "abortos malfeitos", bastaria que nenhuma delas se submetesse a essa prática!

Na verdade, nenhum médico precisaria fazer tais revelações porque elas são óbvias! São, contudo, realidades inegáveis que muitos preferem ignorar e que alguns querem desprezar, em nome do direito das mulheres ao aborto!

Nesse sentido, tomara que a CPI do Aborto, recentemente autorizada pelo presidente da Câmara Arlindo Chinaglia (PT-SP), mostre mesmo o que o abortamento provocado realmente é: o assassinato intencional, com hora marcada, de bebês humanos vivos, por “médicos” (que envergonham aqueles que exercem a Medicina apenas para cuidar da saúde e salvar a vida das pessoas), que trabalham em "clínicas" bem aparelhadas, onde infelizmente mulheres morrem durante os abortos, pelo simples fato de que nenhum aborto é seguro para elas - nem no Brasil, nem em qualquer outro lugar do mundo - e quando isso não acontece, resta a todas elas uma enorme dor, um dano emocional irreparável que acompanha cada uma delas ao longo de toda a sua vida.



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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.