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França anuncia programa de incentivo a quem tiver um terceiro filho

Reuters

A França vai dar dinheiro para famílias com três filhos, num esforço para encorajar os franceses a terem mais filhos, anunciou o primeiro-ministro Dominique de Villepin.

Um pai que precise parar de trabalhar para criar um terceiro filho vai receber 750 euros por mês, durante uma no - 50% mais do que recebem por mês famílias com dois filhos, por um período de três anos.

Diminuindo o período mas aumentando a soma, o governo espera ajudar as mais a voltarem ao trabalho mais rapidamente, depois do parto, para evitar que sofram desvantagens em suas carreiras.

- A taxa de natalidade ainda é insuficiente no nosso país - disse Villepin, numa conferência nacional sobre famílias. - Se o número de famílias com três filhos duplicar, a substituição de gerações vai ser assegurada.

A medida vai custar à França 140 milhões de euros por ano.

O país, que já tem uma política generosa na área, tem uma taxa de natalidade de 1,9 filhos por mulher, bem acima da média de 1,5 da União Européia. Na Itália, Espanha, Alemanha e Polônia, a taxa é menor que 1,3.

Villepin também disse que a França vai criar 15 mil novas vagas em creches, dobrar os créditos para alguns custos relacionados à criação dos filhos e melhoras as condições de financiamento para pais que têm filhos doentes.

- Essas medidas vão nos ajudar a avançar em duas direções - disse Villepin. - Dar aos franceses a possibilidade de ter quantos filhos quiserem e ajudar pais aproteger melhor seus filhos contra as novas ameaças da sociedade.  

Fonte: O Globo On Line, 22/09/2005



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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.