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Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Notícias

21/12/2005: Ordem religiosa de sacerdotes dedicados à defesa da vida

"Agora, pela graça de Deus, podemos dizer que existe, pela primeira vez na História da Igreja, uma Sociedade de Vida Apostólica que irá treinar padres, diáconos e missionários leigos para trabalhar em tempo integral pelo fim do aborto nos Estados Unidos e no mundo", afirmou o fundador da ordem, o Padre Frank Pavone, Presidente do grupo Padres pela Vida.

O Bispo John Yanta, de Amarillo, no Texas, está doando ao Padre Pavone vários edifícios desocupados que outrora serviram a uma escola católica. A Sociedade funcionará separadamente do grupo Padres pela Vida, que continuará sendo presidido pelo Padre Pavone, o qual atuará como padre na diocese de Amarillo, onde o grupo Padres pela Vida terá sua sede, mas continuando a manter seus escritórios em Nova Iorque, Washington, D.C., Virginia, California, e Roma, na Itália.

"Há muito tempo estou convencido de que Deus está providenciando um grande número de discípulos prontos a dedicarem a vida inteira ao ideal de acabar com a tragédia do aborto, que os bispos identificaram como "a questão mais fundamental de direitos humanos dos nossos dias". Não tenho qualquer dúvida de que teremos uma grande e imediata resposta a esta iniciativa", disse o Padre Pavone.

A nova ordem religiosa tem recebido elogios de bispos do mundo inteiro, inclusive do do Cardeal Renato Martino, presidente do Conselho Pontifício para Justiça e Paz.

Fonte: http://www.lifenews.com/nat1924.html, Steven Ertelt.



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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.