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Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Notícias

Carta da Associação Nacional Mulheres pela Vida aos Deputados da Comissão de Seguridade Social e Família - 17 de outubro de 2005

Senhor Deputado,

Como V.Exa. certamente tem conhecimento, pesquisas recentes afirmam que 97% da população brasileira é contrária à legalização do aborto. Assim, representando milhões de mulheres brasileiras, rogamos a V. Exa. que vote NÃO ao projeto-substitutivo que propõe a legalização irrestrita do aborto no Brasil, projeto este que poderá ser votado na próxima quarta-feira, 19 de outubro, como inicialmente previsto.

Somente os grupos de mulheres feministas que apenas representam a si mesmas desejam apressar a votação e a aprovação dos projetos que propõem a legalização da matança dos inocentes, sabe-se lá com quais interesses, já que matar os próprios filhos não tem nada a ver com a vocação natural da mulher à maternidade!

Nós, mulheres que defendemos a vida de nossos filhos sempre, desde o primeiro instante em que foram concebidos rechaçamos, com todas as nossas forças, toda e qualquer tentativa de legalização do aborto, já que o abortamento provocado não é outra coisa senão o extermínio de seres humanos inocentes e indefesos no ventre materno! Nada é mais abominável do que isso!

Querer transformar o pior de todos os crimes em "direito" é perverter todo o bom senso e tripudiar do direito natural à vida, que é inalienável: ninguém dá, ninguém tira!

Querer ter o direito de matar os próprios filhos é uma aberração, é a volta à mais primitiva barbárie!

Cordialmente,

Doris Hipólito Pires
Associação Nacional Mulheres pela Vida
Presidente



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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.