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Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Notícias

Conselho Nacional de Saúde a favor de pesquisas com células-tronco embrionárias humanas

Em 17/04/2008, reunido em Brasília, o Conselho Nacional de Saúde, instância deliberativa do Sistema Único de Saúde, manifestou seu apoio às pesquisas com células-tronco embrionárias e, portanto, à manutenção do artigo 5º da Lei de Biossegurança, aprovada em 2005. Dos 39 conselheiros presentes, 38 foram favoráveis às pesquisas. Apenas a representante da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a médica Zilda Arns, votou contra a utilização de embriões em pesquisas com células-tronco.

A decisão do Conselho referenda resolução da 13ª Conferência Nacional de Saúde, realizada em novembro de 2007. Um documento com a posição do Conselho e da referida Conferência será encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) a fim de dar novo subsídio para a decisão dos Ministros, a favor ou contra a revalidação da Lei de Biossegurança.

Oxalá, os senhores Ministros ratifiquem a verdade científica de que a vida humana começa com a formação da primeira célula, o zigoto, e conseqüentemente reconheçam que toda manipulação de embriões afronta o mais fundamental de todos os direitos humanos: o direito à vida, e, finalmente, decidam proibir as pesquisas com células-tronco embrionárias! Assim, não apenas do ponto de vista moral, mas também do ponto de vista jurídico e até científico, longe de termos dado um passo para trás, teremos dado mil passos para a frente!


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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.