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Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
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Portugal: Resultado do referendo não modifica a lei e provoca ações em favor da vida

Infelizmente, em Portugal, no referendo de 11 de fevereiro de 2007 sobre a legalização do aborto até a décima semana de gestação, a maioria daqueles que compareceram às urnas - menos de 45% da população - votou a favor do aborto, mas o número de votantes não foi suficiente para que a decisão pudesse converter-se em lei.

A respeito do resultado do referendo, declarou Dom Jorge Urtiga, Arcebispo de Braga e Presidente da Conferência Episcopal de Portugal: "O resultado não é decisivo e a Igreja estima que a questão da vida não tem uma natureza que deva ser tratada pela via eleitoral, pois o mal não pode converter-se em bem pelo voto de uma maioria. A Igreja seguirá optando nesta matéria pela denúncia profética e a solidariedade ativa".

Além da preocupação que deve resultar em maior mobilização por parte da Igreja portuguesa com relação à defesa da vida, outro ponto positivo é que os movimentos pró-vida portugueses vêm exigindo das autoridades mais atenção à maternidade. Um subsídio de pelo menos 500 euros para as mães grávidas é a proposta do movimento Não Obrigada, um dos grupos pró-vida mais ativos de Portugal, que apoiou a recente campanha anti-aborto no país. O valor exigido para apoiar às mães grávidas é igual àquele que se pagaria por um aborto em um hospital público.

Há ainda outras propostas de apoio à maternidade, como aquela descrita pela líder pró-vida Isilda Pegado: "Temos um compromisso que não terminará até que exista uma só mãe que, devido à falta de informação e apoio, seja forçada a abortar".


Fonte: ACI DIGITAL - www.acidigital.com, 16/02/2007.



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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.