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Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
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Maioria de médicos em Portugal se opõem a praticar o aborto

O Decano do Colégio Médico de Portugal, Pedro Nunes, afirmou que o Código de Ética defende a vida humana desde seu início e que a maioria de médicos se opõem ao aborto, por isso, como todo cidadão, tem direito à objeção de consciência caso queiram impor esta prática.

Nunes recordou que o Colégio Médico não tomou posição oficial alguma durante o referendo de 11 de fevereiro sobre a penalização ou não do aborto. Entretanto, destacou que a maioria dos médicos defendem a vida desde o seu começo.

O artigo 47 do Código de Ética assinala que “o médico deve guardar respeito pela vida humana desde seu início”. Do mesmo modo, adverte que “constitui uma falta ética grave” praticar a eutanásia e o aborto, com exceção dos casos de violação ou risco para a vida ou saúde da mãe até as 12 semanas de gestação.

No referendo realizado no domingo, 58% dos votos foram a favor de legalizar o aborto por qualquer motivo até as 10 semanas de gravidez, enquanto que 42% dos votos foram contra. Entretanto, pelo fato de que 56% dos eleitores abstiveram-se de participar, a consulta popular não se considera vinculada e o aborto não pode ser legal.

Apesar disso, o Primeiro-ministro socialista, José Sócrates, anunciou que seu partido apresentará um projeto de lei para legalizar esta prática. O texto teria que ser aprovado por uma comissão, ser votado no Congresso – controlado pelos socialistas – e finalmente ser aprovado pelo Presidente para sua publicação oficial.

Este é o segundo referendo em menos de 10 anos em que os grupos anti-vida pretendem legalizar o aborto em Portugal. Em 1998, os portugueses votaram contra a sua legalização, dando origem assim a uma sistemática campanha a favor do aborto, dirigida especialmente aos jovens.


Fonte: ACI DIGITAL - www.acidigital.com, 15/02/2007.



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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.