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Descobridor da síndrome de Down está a caminho dos altares

A Santa Sé divulgou o início da causa de beatificação de Jérôme Lejeune, pai da Genética Moderna e descobridor da causa da síndrome de Down, e primeiro Presidente da Pontifícia Academia para a Vida.

O Dr. Jérôme Lejeune publicou seu descobrimento sobre a causa da síndrome de Down e do cromossomo 21 em 1959, quando tinha 33 anos. Três anos depois, em 1962, foi designado perito em Genética Humana na Organização Mundial da Saúde, e em 1964, diretor do Centro Nacional de Investigações Científicas da França.

Posteriormente se criou para ele, na Faculdade de Medicina de Sorbone, a primeira cadeira de Genética Fundamental, ação que o posicionou como o candidato principal em sua área ao Prêmio Nobel, distinção que o geneticista nunca recebeu por ser acusado de ser fundamentalista e de impor sua fé católica no âmbito da Ciência, opondo-se sempre tenazmente ao crime do aborto e a conceitos ideológicos como o de "pré-embrião".

O pai da Genética Moderna morreu em 3 de abril de 1994. Naquele mesmo ano, João Paulo II destacou que "em sua condição de cientista e biólogo, Lejeune era um apaixonado pela vida porque chegou a ser o maior defensor dela, especialmente da vida dos ainda não nascidos, tão ameaçada na sociedade contemporânea".


Fonte ACI (Agência Católica de Imprensa), 14/03/2007



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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.