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Episcopado argentino apresenta plano de educação sexual

A Conferência Episcopal Argentina (CEA), apresentou o livro "Educação para o amor", que constitui "um plano de ensino e cartilhas de estudo" elaborado com ajuda de especialistas e onde se reafirmam valores como a castidade e o exercício pleno da sexualidade no matrimônio.

O texto é destinado a diretores, docentes e pais "comprometidos com a educação das crianças e adolescentes com relação à sexualidade". Nesse sentido, convida a todos os envolvidos na formação dos jovens a receberem "esta contribuição, para que leiam e estudem tanto de forma pessoal como em grupo".

A CEA afirma que o texto dá "orientações básicas aos temas vinculados com a afetividade e a sexualidade", reafirmando "valores como a castidade e a sexualidade no matrimônio".

A CEA assinalou que a educação sexual não pode ser reduzida a "aspectos técnicos e científicos", sem considerar a concepção integral da pessoa.

O Episcopado recordou as palavras do Papa João Paulo II, que ensinou que "deve-se exigir uma educação da castidade e da virgindade, como virtudes que desenvolvem a autêntica maturidade".

O livro inclui temas como: princípios religiosos a respeito da pessoa humana e a família; diferença entre impulso sexual, instinto sexual e amor; pornografia e consumo; preparação para o matrimônio; métodos naturais de planejamento familiar; anticoncepcionais e abortivos; significado e valor da virgindade; homossexualidade; e AIDs, entre outros.

Para mais informação sobre o livro "Educação para o amor", pode-se escrever ao correio eletrônico: libro@cea.org.ar.


Fonte: ACI DIGITAL - www.acidigital.com, 14/02/2007.



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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.