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Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Notícias

Movimento em Defesa da Vida e Confraria de Vila Viçosa alertam população portuguesa

PLEBISCITO DA MORTE

Ninguém tem o direito de decidir se outra pessoa deve continuar vivendo ou não, ainda que ela seja um pequeniníssimo embrião no ventre de sua mãe; afinal, todos temos o direito à vida a partir do momento em começamos a existir, isto é, desde que fomos concebidos! O direito à vida é inalienável: ninguém no-lo dá ou o pode suprimir. Portanto, no plebiscito sobre a legalização do aborto, em 11 de fevereiro, a única resposta lícita que podemos dar é: NÃO ao aborto!

Entre muitos outros
Dez motivos para votarmos NÃO no Plebiscito:


O primeiro motivo está relacionado com a idade do feto cujo aborto se pretende permitir: 10 semanas. Como concordar com isso, se o feto está vivo, desde o momento em que foi concebido? A Ciência afirma, de forma irrefutável, que a vida se inicia quando o óvulo (da mulher) é fecundado por um espermatozóide (do homem), dando origem a uma célula especializada, totipotente: o zigoto. Isto não é uma hipótese filosófica, mas uma evidência experimental. A partir da fecundação, existe um novo ser: humano, único, irrepetível, e completo. Sua configuração genética é exclusiva da espécie humana: se ele não é um ser humano, jamais o será! Ele tem seu próprio DNA, o qual já determina todas as suas características pessoais; é geneticamente diferente da mãe, do pai, ou de qualquer outra pessoa! Está completo, porque nada de essencial lhe será acrescentado nem na gestação nem após o nascimento; de sua mãe apenas receberá calor, nutrientes, água e oxigênio, como todos continuamos a receber do meio ambiente por toda a vida! Cabe, assim, uma pergunta elementar: Por que 10, e não 8 ou 12 semanas? Não se pode admitir a realização de um aborto em tempo algum da gravidez, pois, como nos garante a Ciência, a vida começa no momento da concepção e suprimir a vida deste novo ser na 6ª, 10ª, 12ª ou 30ª semana de gestação é essencialmente matar um ser humano, o que jamais podemos aceitar!

O segundo motivo é a consideração da “interrupção voluntária da gravidez” do ponto de vista daquele a quem na verdade mais interessa toda essa discussão: o bebê no ventre materno! A locução “interrupção da gravidez” é um circunlóquio eufemístico para camuflar o significado real do aborto provocado cujo único fim é a destruição de um ser humano ainda no ventre materno!

Fonte: www.priestsforlife.org

Aborto por sucção

Esse pequeno ser, freqüentemente esquecido no debate está vivo, pois seu crescimento é constante; é inocente, pois não cometeu falta alguma; é indefeso, pois não pode sequer chorar como o pode fazer um recém-nascido, e é sujeito de direitos, conforme o garante o Código Civil português. Isso não basta? De facto, quando colocamos o bebê no centro da questão, surge esta terrível pergunta: Como explicar que nem mesmo seus pais o queiram proteger e não lhe defendam a vida e que, ao invés disso, o sentenciem à morte, o arrastem para o local de execução e o entreguem ao algoz? Isto é uma total transgressão da ordem natural.

O terceiro motivo é de caráter demográfico. Estará alguém a pensar em utilizar o aborto para o controle do crescimento populacional? Mas este não é um problema português, pelo contrário! Mesmo países como a França e a Alemanha, que já vivem o chamado “inverno demográfico”, estão implementando políticas de incentivo à natalidade! Se a população continuar a envelhecer - tendência que a legalização do aborto reforça ainda mais - como manter os gastos crescentes com a política de previdência? Teremos que nos reformar cada vez mais velhos! Além disso, teremos que recorrer a uma crescente importação de mão de obra, o que freqüentemente ocasiona conflitos de várias naturezas, como temos visto em países vizinhos. Portanto, não tentemos resolver problemas imaginários criando outros, bem piores, que poderão ameaçar a sobrevivência nacional!

O quarto motivo diz respeito à confiança e ao brio dos portugueses por si próprios. Há quem pense que somos os últimos na Europa em aceitar o “direito” ao aborto. Atenção, pois esta questão é enganosa; afinal, conceder o direito de matar não é motivo de orgulho, e sim de vergonha! Na verdade, estamos sendo os primeiros a termos uma necessária reacção contrária nesse sentido! E não é a primeira vez que o fazemos! Lembremo-nos de que quando nos lançamos pelos mares, sozinhos e corajosos, e quando afirmávamos que navegando sempre para ocidente voltaríamos ao local de partida muitos se riram de nós! Quando D. João II puxou o mais possível para ocidente a linha divisória do mundo, os Reis Católicos devem ter pensado: “Perder riquezas conhecidas e enormes por nada!”. Pois bem: o resultado de nossa coragem de tomarmos outro rumo foi que chegamos a um país de dimensões continentais: o Brasil! Assim, tenhamos a certeza de que não estamos “atrasados” em relação aos chamados “países desenvolvidos” europeus no que diz respeito à questão do “direito” ao aborto; ao contrário, estamos na vanguarda da proteção da vida dos nossos compatriotas, nossa maior riqueza!

O quinto motivo tem a ver com o temor do crescimento do número de abortos em Portugal. Muitos abortistas dizem que com a legalização do aborto, a freqüência dessa prática diminui. Engano ou mentira: jamais aconteceu, em qualquer país, que a despenalização do aborto provocado tenha feito decrescer a incidência da sua prática. Por que seria diferente em Portugal? O número aumentaria, e muito!

O sexto motivo está relacionado à separação da Igreja do Estado e à preservação do chamado “elemento essencial do estado de direito”. Na verdade, assassinato, roubo, poligamia, mentira, adultério, corrupção, e pedofilia - erros sempre combatidos pela Igreja Católica e penalizados pela nossa legislação, fundamentada nos princípios cristãos - são actos que atentam contra o homem que vive no mundo civilizado, qualquer que seja seu credo! Será que, para mantermos “esse elemento essencial do estado de direito” não poderemos mais penalizar estes erros? Se assim fosse, estaríamos confundindo Estado laico com Estado amoral! Por que a Igreja é boa, o estado tem de ser mau?!

O sétimo motivo tem aspectos jurídicos, ligados à questão da penalização da mulher que se submete voluntariamente ao aborto. Se aqueles que são a favor do aborto não querem que a mulher seja penalizada, os que somos contra o aborto também não temos qualquer interesse que ela o seja; o nosso interesse é que não se cometam abortos. O que nos move é o amor às mães tanto quanto o amor às crianças. A penalização do aborto ajuda a salvar crianças, ajuda a mãe que é pressionada a abortar, e nos faz a todos procurarmos alternativas. Assim, se o aborto é crime, nos parece lógico que aquele que o pratica deve ser considerado criminoso e, como tal, penalizado.

O oitavo motivo relaciona-se ao suposto direito da mulher ao próprio corpo e ao “direito de escolha”. Dizem alguns: “Está em causa o respeito pela dignidade, autonomia e consciência individual de cada pessoa e pelos princípios de igualdade e não discriminação entre homens e mulheres”. Nesse contexto, perguntamos: será a capacidade de gerar uma vida no próprio ventre uma descriminação da Natureza contra a mulher? Não será exatamente o contrário, ou seja, não será a gravidez um privilégio concedido apenas às mulheres? Todos desejamos ver respeitados os direitos das mulheres! Mas ter direitos implica necessariamente ter que respeitar os direitos dos outros pois, como a sabedoria popular afirma: “Meus direitos terminam onde começam os direitos do outro!” Assim, ninguém pode, a não ser abusivamente, impor os seus direitos suprimindo os direitos alheios, especialmente quando está em questão o mais fundamental de todos os direitos: o direito à vida, sem o qual qualquer dos outros direitos faz qualquer sentido! E quando se diz que “consideramos que a sujeição das mulheres a processos de investigação, acusação e julgamento pelo facto de fazerem um aborto atenta contra os valores da sua autonomia e dignidade enquanto pessoas humanas” e que “as mulheres, como os homens, têm direito à reserva da intimidade da sua vida privada e familiar”, o que se quer, afinal, dizer com isso, que há crimes que, quando executados por mulheres, não podem ser considerados como tais? Então, estão a retirar à mulher toda a dignidade, estão a classificá-la de irresponsável, de incapaz de distinguir o bem do mal? Querem dizer que os crimes de morte, praticados na privacidade, não são crimes? Que os crimes cometidos dentro do lar ou privadamente não podem ser devassados, em nome do direito à reserva da intimidade? Há muitos outros crimes, bem menores do que o aborto que são, da mesma forma, cometidos em casa ou privadamente: abuso sexual dos filhos, desproporcionado castigo imposto a um filho, tratamento desumano, etc. Se o crime maior, o aborto, não deve ser investigado e julgado, por que o deveriam ser estes outros? Onde vamos parar com esta “lógica”, ou melhor, com esta insanidade?

O nono motivo considera a questão da saúde da mulher. Sabe-se que o aborto, mesmo quando feito na legalidade e com uma suposta assepsia, traz riscos - bem maiores e mais numerosos do que os de um parto normal - à saúde física da mulher, pois o aborto é intrinsecamente perigoso; tanto assim, que mesmo nos países onde sua prática está legalizada ocorrem mortes maternas. E, além dos danos físicos, o aborto sempre acarreta, em todos os casos, danos psicológicos e emocionais profundos, muitas vezes incuráveis, e com conseqüências tão terríveis como a prática do suicídio.

Finalmente, o décimo motivo compreende o aspecto religioso. Não é necessário recorrer a argumentos religiosos para defender a vida dos que ainda não nasceram, mas as questões religiosas pesam decididamente para aqueles que crêem, que são a maioria dos portugueses. O aborto atenta gravemente contra o Mandamento divino: “Não matarás”. Se fizermos correr o sangue de inocentes não somos merecedores do castigo divino? A Sagrada Escritura é rica de ensinamentos a mostrar-nos a gravidade do aborto, e há dois que não podemos deixar de citar, porque muito apropriados ao assunto em questão: "Pode uma mãe esquecer-se de seu filho, não ter ternura pelo bebê em seu ventre? Mesmo se ela esquecer-te, eu não esquecerei de você. Escrevi seu nome na palma da minha mão" (Isaías 49, 15-16). E o outro refere-se a uma decisão que o povo tinha de tomar entre duas alternativas para merecer as promessas da Redenção: “Hoje, ponho diante de ti a vida e a morte, a benção e a maldição. Escolhe, pois a vida, e terás muitos anos de vida, tu e a tua posteridade” (Dt..30,19). Do ponto de vista cristão, o bebê no ventre materno é um ser humano com corpo e alma, a quem Deus criou à Sua própria imagem e semelhança, para viver em plenitude, amá-Lo, adorá-Lo e serví-Lo: motivo maior da nossa dignidade!

Fonte: www.priestsforlife.org

Bebê na 7ª semana de gestação

Assim como fizemos em 1998, vamos transformar o Plebiscito da morte no Plebiscito da Vida!

RÉGIA CONFRARIA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO DE VILA VIÇOSA - Portugal



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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.