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Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
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México: Suprema Corte reconhece Direito à Vida

Entre os dias 26 e 29 de setembro de 2011, a Suprema Corte de Justiça do México julgou duas ações de inconstitucionalidade que exigiam que o poder judiciário invalidasse as Constituições dos estados mexicanos que defendem o direito à vida desde a concepção.

Sabia-se, pelo histórico da Corte, que a maioria dos ministros se posicionaria a favor do projeto de sentença apresentado pelo Ministro Relator José Franco González, que sentenciava que no México não existe direito à vida antes do nascimento e, mesmo se existisse, ele não seria absoluto, e afirmava também que o direito à vida da criança por nascer, em qualquer idade gestacional, não poderia violar a dignidade e os direitos reprodutivos das mulheres. Dessa forma, os juízes estariam reconhecendo, contra a posição da maioria da população e dos próprios legisladores mexicanos, o direito ao aborto desde a concepção até os nove meses da gravidez.

No primeiro dia do julgamento, 26/09/2011, posicionou-se a favor da vida, conforme já esperado, o Ministro Sérgio Aguirre Anguiano. No segundo dia, 27/09/2011, posicionaram-se a favor da vida, o Ministro Guillermo Ortiz Mayagoitia e a Ministra Margarita Luna Ramos. No terceiro dia, 28/09/2011, finalmente, posicionou-se a favor da vida também o Ministro Jorge Pardo Rebolledo, Com esse resultado, ficou declarada a constitucionalidade de defesa da vida no México.



        
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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.