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Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Notícias

Brasília: Vinte mil pessoas na Marcha contra o aborto

Em 10/09/2008, cerca de 20 mil crianças, jovens, idosos, mulheres, políticos, representantes de Organizações Não-governamentais (ONGs) e cidadãos comuns que partiram de várias partes do Brasil participaram da II Marcha pela Vida Contra o Aborto, organizada pelo Movimento Brasil Sem Aborto, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O tema em destaque foi a defesa da vida dos bebês anencéfalos, diante do julgamento que o Supremo Tribunal Federal vem fazendo para permitir ou não o abortamento provocado desses bebês. O ato contou com a participação do Arcebispo de Brasília, Dom João Brás de Aviz, dos parlamentares Luiz Bassuma, João Campos e Bispo Rodovalho, do Presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, Humberto Leal Vieira, e da responsável pela Associação Mulheres pela Vida no estado de Minas Gerais, Marta Pelypec.

O assessor jurídico da Marcha, José Miranda de Siqueira, disse: "Essa manifestação é o mais vivo e legítimo testemunho da população brasileira em defesa da vida. Devemos prevenir a anencefalia tanto quanto possível, inclusive adicionando ácido fólico aos alimentos, e jamais matar esses indefesos seres humanos simplesmente porque eles não têm uma parte do cérebro."

Jovens da Pastoral da Juventude Estudantil (PJE), de Brasília, repetiam sem parar a frase "temos mil razões para viver".

Esperamos que os Ministros do STF ouçam o apelo não apenas daquelas vinte mil pessoas presentes no evento, mas de 97% de toda a população brasileira, que é contra a prática do abortamento provocado em toda e qualquer circunstância!


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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.