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Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Notícias

Presidente sanciona a lei do aborto em Portugal

Há tempos o Partido Socialista queria a legalização do aborto em Portugal. Este ano, em fevereiro, promoveu um Referendo. Mesmo não conseguindo que a maior parte da população comparecesse às urnas para tornar a consulta popular válida, já havia providenciado que, se a maioria dos que comparecessem às urnas fosse a favor da mudança, o Parlamento aprovaria a legalização do aborto. Lamentavelmente, foi o que aconteceu. Depois disso, em 10/04/2007, infelizmente conseguiu também que o Presidente, Aníbal Cavaco Silva, sancionasse uma nova lei permitindo o aborto até a 10ª semana de gravidez. Ora, a Constituição Portuguesa declara que a vida humana é inviolável e que em caso algum haverá pena de morte!

Certamente a legalização do aborto não era a vontade da maioria da população portuguesa tampouco do Presidente, senão apenas de um Partido!

Perdida a batalha contra a legalização do aborto em Portugal, resta àqueles que defendem a vida continuarem divulgando os malefícios do abortamento não apenas para o bebê no ventre materno mas também para as mulheres que o praticam, e multiplicarem as casas de acolhida de gestantes em necessidade.

Na verdade, resta-lhes, ainda, percorrer um árduo caminho de volta, que poderá levar talvez algumas décadas!



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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.