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Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Notícias

Arcebispo de Olinda e Recife condena aborto de gêmeos de menina estuprada

O Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro parabeniza o senhor Arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, pela defesa corajosa do direito à vida dos nascituros gêmeos e também pela defesa do direito à maternidade por parte da menina de 9 anos, infelizmente violentada pelo padastro, em Alagoinha, estado de Pernambuco, e que lamentavelmente foi conduzida ao abortamento provocado dos seus bebês.

Num caso como aquele, a única resposta moralmente lícita e psicologicamente adequada seria o acompanhamento médico apropriado durante toda a gestação, parto e puerpério; jamais o abortamento provocado, sentença de morte para bebês inocentes e um trauma ainda pior do que o trauma do estupro para a gestante!

Embora tantos em todo o país pensassem que uma gestante tão jovem não pudesse levar a gravidez de gêmeos adiante, certamente haveria médicos que poderiam acompanhar toda a gestação e no momento em que os bebês pudessem sobreviver fariam um parto por cesariana.

Segundo o serviço virtual dedicado à questões de cultura, vida e família LifeSiteNews.com, em sua edição de 17/03/2009, o Dr. Paul Byrne, um neonatologista e professor clínico de pediatria da Universidade de Toledo, Ohio, rejeitou firmemente a suposição de que a menina brasileira estava ameaçada pela gravidez em virtude de sua tenra idade. Byrne disse à LSN que certamente é possível em termos médicos que uma gestante tão jovem levasse a gestação de gêmeos a termo de maneira segura. Ele reconheceu que as circunstâncias são incomuns, porém, afirmou que o problema de dar à luz com uma estrutura pélvica subdesenvolvida poderia ser seguramente evitado por uma operação cesariana. Na ocasião, o médico citou o caso de Lina Medina, uma menina peruana da vila andina de Ticrapo, que entrou para a história da medicina ao dar à luz a um bebê por cesariana em maio de 1939, aos cinco anos de idade, sete meses e 21 dias.

Do ponto de vista jurídico, conforme nosso Código Penal, no caso de violência sexual, o abortamento provocado não é punido, mas essa prática continua sendo criminosa, e por isso não pode, absolutamente, ser considerada legalmente permitida, já que a lei não pode permitir o crime!

Ao senhor Arcebispo, as palavras do próprio Senhor da Vida: "Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por causa de mim. Alegrai-vos e regozijai-vos, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois foi assim que perseguiram os profetas, que vieram antes de vós" (Mateus 5,11-12).



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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.