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Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Notícias

Morreu grande líder pró-vida: Dom Manoel Pestana


Em 08/01/2011, morreu Dom Manoel Pestana Filho, Bispo Diocesano de Anápolis, Goiás, de 1979 a 2004. Segundo palavras do padre Luiz Carlos Lodi da Cruz, seu aluno no Seminário Diocesano de Anápolis e seguidor de seu pensamento:

"Ele foi o principal responsável pela construção do seminário diocesano de Anápolis, onde chegou a lecionar quase a totalidade das disciplinas. Ele gostava de repetir um adágio de autoria do grande reformador São Carlos Borromeu: "ver tudo, tolerar muitas coisas, corrigir poucas". Embora sempre estivesse risonho e bem humorado, havia certas coisas que o enchiam daquela ira santa que experimentou Jesus diante dos vendilhões no Templo. Uma delas era o aborto. Outra era o atentado à inocência das crianças. A família era tema recorrente em suas pregações. Foi ele que em pessoa resolveu fundar em Anápolis o movimento Pró-Vida em 1989, quando recebeu em sua diocese a visita de um grupo de militantes da "Human Life International", dos Estados Unidos, acompanhados de Monsenhor Ney Affonso de Sá Earp, grande líder pró-vida do Rio de Janeiro. O Pró-Vida de Anápolis funcionou de início na própria Cúria Diocesana, dirigido pessoalmente por ele, juntamente com alguns leigos. De lá saíam os que iam aconselhar gestantes, dar palestras em escolas e fazer manifestações contra o aborto. Ele próprio introduziu o costume de se fazer, em cada dia 28 de dezembro, a Marcha dos Santos Inocentes, pelas ruas de Anápolis. Quando, assustado pelo perigo da iminente legalização do aborto no Brasil, em 16 de agosto de 1996, ele se dirigia à Praça dos Três Poderes juntamente com cerca de 3.000 pessoas portando faixas e cartazes pró-vida. Naquele ano e no ano seguinte, estava em pauta o perigoso Projeto de Lei 20/91, que pretendia obrigar o SUS a praticar aborto. O grande legado de Dom Manoel foi a criação do Pró-Vida de Anápolis, que foi registrado em cartório, com personalidade jurídica em 1997, e subsiste até hoje. Ganhamos mais um intercessor junto ao Pai."


        
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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.