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Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Notícias

Seminário sobre Células-Tronco em Niterói

Em 06/04/2008, mais de quatrocentas pessoas participaram do II Seminário Interdisciplinar de Bioética: Células-tronco, organizado pela Arquidiocese de Niterói, no Colégio Une La Salle. Fez a abordagem filosófica o Dr. Paulo Sergio Faitanin, Doutor em Filosofia e Letras pela Universidade de Navarra (Espanha), Professor Adjunto da Universidade Federal Fluminense, e Editor da Revista Eletrônica de Estudos Tomistas (www.aquinate.net). Deram o enfoque médico: Dr. Dernival da Silva Brandão, Especialista em Ginecologia e Membro Emérito da Academia Fluminense de Medicina; Dr. Rodolfo Acatauassú Nunes, Mestre e Doutor em cirurgia geral pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, e Dra. Claudia Maria de Castro Batista, Pós-Doutora na área de Biologia pela Universidade de Toronto (Canadá), Doutora em Neurobiologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Professora Adjunta do Instituto de Ciências Biomédicas na mesma instituição, e com Projeto de Pós-Doutoramento sobre células-tronco neurais em modelo experimental de animais transgênicos com doenças neurodegenerativas. O ponto de vista jurídico ficou a cargo do Dr. Paulo Silveira Martins Leão Junior, Procurador do Estado do Rio de Janeiro e Presidente da União dos Juristas Católicos. Já a abordagem teológica foi levada pelo Padre Bruno Lins, Formado pela Universidade de Navarra (Espanha) e Professor do Seminário São José da Arquidiocese do Rio de Janeiro. Um sucesso!



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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.