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Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
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Bebê anencéfalo já tem mais de 2 meses de nascida!

Quando o menino Jesus nasceu, “o rei Herodes ficou alarmado, e com ele Jerusalém inteira” (Mt 2,3). A pequena Marcela, de maneira semelhante, está causando grandes incômodos entre os defensores do aborto de anencéfalos.

A Diocese de Franca (SP) e, mais especificamente, a cidade de Patrocínio Paulista, foram agraciadas com um presente do Céu: Marcela de Jesus Ferreira, uma menina anencéfala, filha de Cacilda Galante Ferreira (36 anos) e Dionísio Justino Ferreira (46 anos).

Aos quatro meses de gestação, Sra. Cacilda soube que seu bebê era anencéfalo e recebeu a sugestão de "interromper a gravidez" ou "antecipar o parto". Católica e temente a Deus, Sra. Cacilda rejeitou totalmente a idéia do aborto.

Marcela nasceu na Santa Casa da Patrocínio Paulista no dia 20 de novembro de 2006. O Diácono Fábio Costa batizou-a logo após o nascimento.

Marcela: o fato que faz calar o argumento

Os abortistas insistem em dizer que um bebê com anencefalia nunca poderá viver mais que uma semana após o nascimento. Marcela, porém, já passou de dois meses de nascida, engordando em média cem gramas por semana. Em 30/01/2007, ela pesava 2,9 kg, com 50 cm de altura.

Os abortistas dizem e repetem que a mulher grávida de um anencéfalo carrega um “peso inútil” e que seria desumano exigir da mãe o sacrifício de não matar o bebê. Marcela, porém, longe de ser inútil, está fazendo a felicidade da família. Pelo simples fato de existir, ela é um presente para sua mãe.

Os abortistas, repetindo o que lamentavelmente disse o Conselho Federal de Medicina, afirmam que o anencéfalo é um “natimorto cerebral”, de modo que os órgãos poderiam ser extraídos dele, antes mesmo que a respiração cessasse (!).

A exuberante atividade vital de Marcela, porém, faz cair por terra a idéia de que ela está “morta”. Impossível aceitar que a menina seja apenas um repositório de órgãos para transplante.

Os abortistas afirmam que o anencéfalo não pode sentir dor, nem ter consciência. No entanto, Marcela reage a todos os estímulos nervosos. Mamou no peito durante a primeira semana de nascida, e agora é alimentada por uma sonda. Sua mãe Cacilda e sua irmã Débora dão testemunho de ela chega a sorrir!

E Marcela veio nascer justamente na Diocese de Franca. Na mesma diocese em que, poucos dias antes, em 8 de novembro de 2006, uma mulher de 30 anos havia abortado sua filha anencéfala de sete meses, depois de obter autorização de um juiz! Na mesma diocese em que Dom Diógenes protestara veementemente contra a atitude desse juiz!

Entre as visitas que Marcela recebeu está a de uma mãe que abortou seu bebê anencéfalo. Acerca dela, Sra. Cacilda comenta: “A gente vê que ela está sofrendo, que está arrependida. Ela ficou emocionada”.

Sem saber, Marcela já está salvando vidas. Em 12 de janeiro de 2007, uma jovem de 23 anos, moradora de Anápolis (GO), grávida de cinco meses de um bebê portador de anencefalia, emocionou-se assistindo ao vídeo da recém-nascida Marcela. Sentiu-se fortalecida em seu propósito de rejeitar qualquer idéia de aborto.

Sra. Cacilda tem passado todo o tempo junto da filha, incluindo as festas litúrgicas do Natal do Senhor (25 de dezembro), de Maria Mãe de Deus (1° de janeiro) e o seu próprio aniversário. Em 30 de dezembro, ela completou 36 anos no hospital.

O fato que faz calar o argumento

Diante de todos os defensores da Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental 54 (ADPF 54), em juízo no Supremo Tribunal Federal, que pretende declarar lícito o aborto de bebês anencéfalos, a pequena Marcela, em vez de dar qualquer resposta, contenta-se em permanecer viva junto de sua mãe.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz - Presidente do Pro-Vida de Anápolis - GO, 06/02/2007



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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.