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Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Notícias

Hungria reconhece a vida desde a concepção

Em 05/05/2011, o presidente da Hungria aprovou o novo texto da Constituição, que inclui a proteção dos bebês no ventre materno desde a concepção e a também a definição de casamento como a união de um homem e uma mulher. O texto havia sido aprovado pelo Parlamento da Hungria, mas não pelo partido de oposição, motivo pelo qual perdura alguma incerteza sobre sua validação. Grupos que defendem o aborto e grupos que defendem as uniões homoafetivas estão fazendo campanhas contra o texto, alegando que o mesmo foi aprovado em apenas nove dias. O Conselho da Europa ainda revisará o texto. O governo húngaro argumenta que a nova constituição está de acordo com a carta fundamental de direitos humanos da União Européia e informa que ela entrará em vigor em 01 de janeiro de 2012.


        
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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.