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Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Notícias

Beatificação do Papa João Paulo II


O Papa João Paulo II, que morreu em 2005, foi beatificado em 01 de maio de 2011, Domingo da Misericórdia, o primeiro depois do Domingo da Páscoa. Nas catorze encíclicas que escreveu e nos pronunciamentos que fez em mais de 100 países durante mais de 25 anos de pontificado, ele condenou o aborto, a eutanásia e a contracepção, propôs uma cultura da vida, valorizou o matrimônio e a família, esclareceu que fé e razão devem andar juntas, apontou a evangelização como missão de todos os dias, promoveu o diálogo inter-religioso, reafirmou a centralidade do sacramento da eucaristia e, sendo “todo de Maria”, revelou que o terço era sua oração predileta. Assim, ratificando as verdades da fé e da moral cristã, e tendo como referência para sua ação pastoral o Concílio Vaticano II, ele exerceu seu pontificado até o fim, experimentando em sua própria carne o significado do sofrimento.

 


Jesus entregando as chaves da Igreja
a São Pedro, o primeiro Papa

Multidões, de cristãos e também de não cristãos, queriam ouví-lo e o amavam, em especial os jovens, que reuniam-se de três em três anos, cada vez em uma cidade do planeta, aos milhões, nas chamadas Jornadas Mundiais para a Juventude, as quais continuam até hoje. Em 2002, em Toronto, Canadá, o Sumo Pontífice disse a eles:

Queridos jovens, já sabeis que o cristianismo não é uma opinião e não consiste em palavras vãs; o cristianismo é Cristo, é uma pessoa! Só Jesus conhece seus corações e seus desejos mais profundos, por isso somente Ele pode fazê-los verdadeiramente felizes. Suas palavras de vida eterna dão sentido à vida. A humanidade necessita do testemunho de jovens livres e valentes, que se atrevam a caminhar contra a corrente e a proclamar com força e entusiasmo a própria fé em Deus. Respondam generosamente ao chamado do Senhor, deixem que sua fé brilhe no mundo, e que suas ações mostrem seu compromisso com a mensagem salvadora do Evangelho.

Descanse em paz, servo bom e fiel, e interceda por nós em todas as nossas necessidades, junto do Pai, do Filho e do Espírito Santo, amém.


        
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Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.