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Movimento em Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Citações - Bíblicas e da Igreja


"A voz do sangue de teu irmão clama da terra até mim." (Gen.4,10)

"De pele e carne me revestiste, de ossos e nervos me teceste." (Jó 10,11)

"O espírito de Deus me fez, e a inspiração do Todo-Poderoso me deu vida." (Jó 33,4)

"Os filhos são um dom de Deus." (Salmo 126,3)

"Fostes vós que plasmastes as entranhas de meu corpo, vós me tecestes no seio de minha mãe. Seja bendito por me haverdes feito de modo tão maravilhoso. Pelas vossas obras tão extraordinárias, conheceis até o fundo a minha alma." (Salmo 138,13-14)

"Nada de minha substância vós é oculto, quando fui formado ocultamente, quando fui tecido nas entranhas subterrâneas." (Salmo 138,15)

"Livra os que são condenados à morte, salva os que são arrastados ao suplício." (Provérbios 24, 11)

"Fale por aqueles que não podem falar por si mesmos." (Provérbios 31,7)

"Desde o seio materno Javé me chamou, desde o ventre de minha mãe pronunciou o meu nome." (Isaías 49,1)

"Pode uma mãe esquecer-se de seu filho, não ter ternura pelo bebê em seu ventre? Mesmo se ela esquecer-te, eu não esquecerei de você. Escrevi seu nome na palma da minha mão." (Isaías 49, 15-16)

"Antes mesmo de te formar no ventre materno, eu te conheci, antes que saísses do seio de tua mãe, eu te consagrei." (Jeremias 1,5)

"Todo aquele que acolhe um destes pequeninos em meu nome é a mim que acolhe." (Mt.9,37)

"Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá. Porque o templo de Deus é sagrado, e isto sois vós." (I Coríntios 3,17)

"Não matarás com o aborto o fruto do teu seio nem farás morrer a criança já nascida." (Didaqué, o primeiro catecismo católico, tem quase dois mil anos.)

"É um homicídio antecipado impedir o nascimento, porque já é um homem aquele que o será." (Tertuliano)

"Peço a Deus que cada brasileiro, de nascimento ou de adoção, respeite os direitos fundamentais de toda pessoa humana. Entre tais direitos, impossível não salientar o direito do nascituro à vida." (S.S. João Paulo II, Discurso ao Presidente da República, Brasília, 1980)

"Aqueles que têm responsabilidade de elaborar e promulgar leis o façam no respeito aos valores insubstituíveis de uma ética cristã, entre os quais avulta o valor da vida humana." (S.S. João Paulo II, Homilia sobre a Família, Rio de Janeiro, 1980)

“A ninguém é lícito destruir diretamente um ser humano inocente, sendo isso gravemente contrário à dignidade da pessoa e à santidade do Criador”. (Catecismo da Igreja Católica: 466, Ed. Loyola, 2005).

"A vida humana é sagrada porque desde a sua origem ela encerra a ação criadora de Deus, e permanece para sempre numa relação especial com o Criador, seu único fim. Só Deus é o dono da vida, do começo ao fim, ninguém em nenhuma circunstância pode reivindicar para si o direito de destruir diretamente um ser humano inocente." (Catecismo da Igreja Católica: 2258)

"Nenhuma circunstância, nenhum fim, nenhuma lei no mundo poderá jamais tornar lícito um ato que é intrinsecamente ilícito, porque contrário à Lei de Deus, inscrita no coração de cada homem reconhecível pela razão, e proclamada pela Igreja." (S.S. João Paulo II, Encíclica Evangelium Vitae, no 62)

"Como não ficar perturbado diante do fato de que se dispôs despender enormes somas de dinheiro para difundir os meios contraceptivos, eticamente inadmissíveis, enquanto se recusa desenvolver o grande potencial da Planificação Familiar Natural?" (S.S. João Paulo II, Alocução do Ângelus, 24/7/94)

"A questão é a vida humana, vida humana desde o momento da concepção até a morte natural... A questão do aborto torna todas as outras questões insignificantes. Sem nascimentos, não há problema de fome, nem de moradia, nem de saúde, nem de desemprego, na verdade, nem de governo..." (Cardeal O'Connor, de Nova York, Catholic Herald, 13/06/96)

"O Governo existe para uma única finalidade: proteger a vida dos cidadãos." (Cardeal O'Connor, de Nova Iorque, Catholic Herald, 13/06/96)

"O aborto é um crime abominável, uma vergonha para a humanidade." (S.S. João Paulo II, Maracanã, Rio de Janeiro, 4/10/97)

"Desde o princípio, o demônio queria matar Deus. Não conseguindo, quer matar a imagem de Deus, que é o homem, especialmente as crianças, que refletem Deus mais do que quaisquer outras pessoas. É por isso que o demônio quer exterminar as crianças pelo aborto, para atacar ao próprio Deus! Desse modo, nossa principal arma contra o aborto é a oração, sobretudo o terço de Nossa Senhora." (Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz, Presidente do Pró-Vida de Anápolis, no Programa Louvemos o Senhor, da Associação do Senhor Jesus, na Rede Vida, em 07/12/97)

"Hoje, ninguém poderia matá-las sem cometer homicídio. Será que no ventre materno elas eram menos gente do que agora?" (Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz, Presidente do Pró-Vida de Anápolis, em audiência pública sobre o Projeto de Lei 20/91, no plenário da Câmara dos Deputados, Brasília, em 25/11/97, enquanto mostrava aos presentes duas crianças concebidas em conseqüência de estupro.)

"A vida é sagrada em si. Nunca é lícito matar um inocente, nem que seja para salvar outro inocente." (Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz, Presidente do Pró-Vida de Anápolis, no Programa Louvemos o Senhor , da Associação do Senhor Jesus, na Rede Vida, em 07/12/97)

"De 1940 para cá, o que mudou? Os costumes? Sem dúvida. Pioraram bastante. Mas é o costume que faz a lei? Se algum dia a antropofagia tornar-se um "costume" em nossa sociedade, será conveniente convertê-la em direito? É verdade que, com grande dano para a família brasileira, o divórcio (que é um tipo de adultério) foi legalizado. Mas este erro justificaria um outro, o de descriminalizar o adultério cometido enquanto os cônjuges ainda vivem juntos? E justificaria a bigamia?" (Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz, Presidente do Pró-Vida de Anápolis, Goiás)

"Em conformidade com o Magistério dos meus predecessores e em comunhão com os Bispos da Igreja Católica, confirmo que a eutanásia é uma violação grave da lei de Deus, enquanto morte deliberada, totalmente inaceitável, de uma pessoa humana. Tal doutrina está fundada sobre a lei natural e sobre a Palavra de Deus escrita, é transmitida pela Tradição da Igreja e ensinada pelo Magistério ordinário e universal." (Evangelium Vitae, nº 65)

"A doutrina da Igreja sobre o sexo está fundamentada na lei natural - na própria dignidade humana - e, por isso, está dirigida a todos os homens, seja qual for seu credo religioso. É preciso proclamar que as finalidades da relação sexual, é óbvio, não se limitam ao prazer de um encontro eventual: o homem e a mulher não se unem como macho e fêmea, mas como seres humanos. O certo é que exista nessa relação afetividade e amor e, como ato humano, responsabilidade e compromisso, de forma que esteja, naturalmente, aberta à vida: porque é contrário à natureza separar o prazer da sua conseqüência biológica, que é a possibilidade de procriar." (D. Rafael Llano Cifuentes, O Globo, 24/02/98)

"Desejamos hoje dar graças a Deus de modo especial pelo dom da salvação, que Cristo trouxe ao mundo com a sua Encarnação: 'O Verbo fez-se homem'. Da contemplação deste mistério, todos os crentes podem haurir uma nova energia espiritual para proclamar e testemunhar sem cessar que Cristo é nossa única salvação, e seguir fielmente o 'Evangelho da Vida' que Ele nos confia. Face a uma cultura da morte e aos ataques que, infelizmente, se multiplicam contra a vida do homem, nunca nos falte o empenho de defendê-la em cada uma das suas fases, desde o primeiro instante da concepção até o seu término natural. Oxalá a humanidade conheça uma renovada primavera da vida no respeito e no acolhimento de cada ser humano, em cujo rosto brilha a imagem de Cristo! Para isto, rezemos juntos àquela que é 'uma mensagem de viva consolação para a Igreja na sua luta contra a morte' (Evangelium Vitae, 105). " (Papa João Paulo II, em 25/03/2001)

"Maria, acompanhada da solicitude paterna de José, acolheu amorosamente o seu Filho. A ela, que gerou o Autor da vida, recomendo toda a vida humana, desde o primeiro instante da sua existência até ao seu fim natural". (Bento XVI, Carta aos Bispos espanhóis, 19/05/2005).

“Em Jesus Cristo, o Filho de Deus, o próprio Deus se fez homem. É a Ele que o Pai diz: 'Tu és meu filho'. O hoje eterno de Deus desceu ao hoje efêmero do mundo e arrasta o nosso hoje passageiro para o hoje perene de Deus. Deus é tão grande que se pode fazer pequeno. Deus é tão poderoso que se pode fazer inerme e vir ter conosco como menino indefeso, para que o possamos amar. Deus é tão bom que renuncia ao seu esplendor divino e desce ao estábulo para que o possamos encontrar e, assim, a sua bondade chegue também a nós, se nos comunique e continue a agir por nosso intermédio. O Natal é isto: 'Tu és meu Filho, Eu hoje Te gerei'. Deus tornou-se um de nós, para que nós pudéssemos viver com Ele, tornando-nos semelhantes a Ele. Como próprio sinal, escolheu o Menino no presépio. Deus é assim. Deste modo, aprendemos a conhecê-lo. E em todo menino brilha algo da luz daquele hoje, da proximidade de Deus que devemos amar e à qual nos devemos submeter, em todo o menino, mesmo na criança ainda não nascida”. (Papa Bento XVI, Natal de 2005)

"A acolhida amorosa de Jesus, no seio de Maria, como um jubiloso dom de Deus, põe diante de nós, por contraste, a dolorosa realidade do Brasil, onde tantos projetos vêm sendo elaborados contra a vida do nascituro. Confiemos a Maria Santíssima, a vida dos que ainda estão no seio materno, e as famílias de todo o Brasil". (D. Rafael Llano Cifuentes - Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, da CNBB, Natal de 2005)

Ser contra o abortamento provocado de bebês no ventre materno é uma questão ética, já que todos os seres humanos, independentemente da sua idade, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. É também uma questão científica, visto que há décadas a Ciência afirma que a vida humana começa no momento da concepção, com a primeira célula, o zigoto. É, ainda, uma questão jurídica, uma vez que todo ser humano tem, como o primeiro dos direitos, o direito natural à vida, da concepção até a morte natural. Finalmente, é uma questão também religiosa porque cada um de nós tem, acima de tudo, a dignidade sobrenatural de filho ou filha de Deus.